vela de cruzeiro

sailing

O significado de expressões idiomáticas

                                      Embandeirar em Arco 

Significado: Manifestação efusiva de alegria.
Origem: Na Marinha, em dias de gala ou simplesmente festivos, os navios embandeiram em arco, isto é, içam pelas adriças ou cabos (vergueiros) de embandeiramento galhardetes, bandeiras e cometas quase até ao topo dos mastros, indo um dos seus extremos para a proa e outro para a popa. Assim são assinalados esses dias de regozijo ou se saúdam outros barcos que se manifestam da mesma forma.

                                              Andar à Toa 

Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.
Origem: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.

in www.arara.fr

          Um bocadinho de cultura náutica não faz mal a minguém...

   A estrela  Polar ao situar-se sobre o norte geográfico do globo terrestre  permite-nos a localização deste, através da sua visualização. A partir daí determinam-se os restantes pontos cardeais.

   Perder a tramontana, ou perder o norte, significa desorientar-se.  A  primeira expressão tem origem em Itália. A tramontana é um vento que sopra a partir dos Alpes italianos, no sentido Norte-Sul, bem conhecido dos romanos.

   Os marinheiros  da região de Tramonti, os seus habitantes seriam os tramontani, da república de Amalfi, conhecedores do regime de ventos, colocaram na cruz da Rosa dos ventos a agulha magnética e construiram a bússola. Assim, nesta não apareciam os pontos cardeais mas sim a rosa dos ventos. O que soprava de norte era o Tramontano, de sul o Ostro, de oeste o Zéfiro e de leste o Levante.

   A tramontana, passou a significar o norte, a Polar, quer tenha tido  origem nos ventos ou nesses marinheiros de Amalfi.

Nota: Texto retirado do Blog JMFC no sol.sapo.pt

                                                 Genial

                    Não há como "Instruções de uso" correctas...

                                  Provérbios sobre o MAR

Deixo-vos aqui alguns provérbios que fui recolhendo ao longo do tempo. Se souberem de alguns para acrescentar à lista, não se acanhem. 

 Jornada de mar não se pode taxar.

Não há mar bravo que não amanse.

Não se afoga no mar o que lá não quer entrar.

Nem com o mar contar, nem a muitos fiar.

Nem em mar tratar, nem em muitos fiar.

Nem sempre o mar está de lapas.

O mar aproxima as regiões que ele separa.

O mar em um momento se muda.

O mar não escalda ninguém.

Quem anda no mar aprende a rezar.

Todas as ruas vão dar ao mar.

O mar que é mar, não está sempre cheio.

Quem vai para o mar aparelha-se em terra.

Quem o mar gaba, não tem visto a praia.

Já no mar, já na terra.

Nem todo o mar é água.

À boca da barra se perde (perde-se) o navio.

A gota e gota, o mar se esgota.

A maré enche a vaza.

 

Viúva é barco sem leme.

Dinheiro amuado, barco de carreira parado.

 

Quem embarcou com o diabo, tem de navegar com ele.

A casar e a embarcar nada de aconselhar.

A barca é perdida, salve-se quem puder.

À esposa, arca; ao marido, barca.

                                      Actualidade

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                                    Manifesto Eleitoral

 

                                Boletim Meteorológico

                                   Escala de Beaufort

                                          Gajo honesto....